O FilmzillaCom (2021) funciona como um espelho crítico da cultura audiovisual do início da década de 2020: captura as contradições entre concentração de poder e possibilidades democráticas do digital, celebra práticas colaborativas e estéticas de remex, e convoca o espectador a repensar autoria, acesso e valor cultural na era das plataformas. Mais do que uma obra sobre um site, trata‑se de um comentário sobre como consumimos, classificamos e valorizamos imagens em um mundo mediado por algoritmos.